A PAULA
Publicitária, Carioca, ansiosa, teimosa, precavida, curiosa, nostálgica, tagarela e, agora, blogueira. O que divide espaço com os meus vidrinhos de esmaltes são os meus livros, e sonho em montar minha pequena biblioteca. Sou noiva de um Rafael e irmã de outro. Não sei andar nem de bicicleta, nem de salto alto. Na minha FM mental só toca Los Hermanos, Chico Buarque, Zeca Baleiro, Vanessa da Mata e algumas músicas eletrônicas. Gosto de tudo que é retrô, bucólico e rústico. Percebi que era católica aos 16 anos. Dirijo mal pra caramba! Adoro um óculos escuro e sou do time das que não tem nervosinho da lente de contato. Não vivo sem um bom rímel e um bom balm. Sou a maníaca do bloqueador solar! Adoro festa junina! E acho que não tem nada mais legal que viajar… Acho o máximo quando a casa tá cheia, com a família toda, a diversão é garantida! Sou filha da ________ e do ________. (Meus pais são daqueles que surtam de ver seus nomes expostos por aí na Internet.) Meu filme preferido é Eternal Sunshine of the Spotless Mind, e o seriado é House. Gosto de gaita, de corujas, bolsas, sapatos, fotografia, cinema, teatro, praia e serra.

EU E OS ESMALTES

Meu primeiro esmalte foi um vermelhinho da Colorama, chamado Mogno, daquela época que eram aqueles vidros quadradinhos e tal… A minha mãe pintou as minhas unhas, por ocasião do carnaval, para que eu saísse de cigana, acho que eu tinha uns 6 anos. Quando o carnaval acabou, achei que meu esmalte estava descascado, tirei e pintei (todo torto) de novo pra ir por colégio. A minha mãe me deu uma bronca e disse que eu era muito nova pra usar esmalte… Por volta dos 11 anos, o meu queridinho era o Via Láctea (esse ainda existe), também da Colorama. E passei a minha adolescência, época em que roia as  unhas, usando o Renda da Risqué.
Há uns dois anos, comecei a usar um lilás, de vez em quando. Um rosa mais forte… Cinza… Salmão… Mas, como para muitas meninas, o que dividiu a minha vida esmaltística foi o lançamento do Jade, da Chanel. Como um esmalte verde podia ser tão elegante?!
De lá para cá, minha vida ficou, literalmente, mais colorida. Aliás, ficou mais colorida, mais matte, mais holográfica, mais flocada, mais carimbada, mais craquelada, brilha na luz negra, tem cheirinhos gostosos e muda de cor.

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